sexta-feira, 28 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Um testemunho verdadeiro
O mundo do "tudo é permitido", da "falta de responsabilidade", do "curtir o dia sem pensar no amanhã" está levando nossos jovens para um colapso de valores que os tem deixados desnorteados e sem perpectivas de futuro.
Caros alunos e amigos leiam esse relato verídico de uma que foi apresentada ao "novo e maravilhoso munso novo".
Eis aqui um testemunho autêntico.
Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane
minha amiga escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja
tarde demais:
Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente
família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube
aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e
manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a
atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os
garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema,
curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino
começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de
amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais
apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.
À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão
Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.
Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava
escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER,
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.
Que sensação legal curti a noite inteira
'doidona', beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os 'meganha', porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os
otários' não percebiam.
Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase
em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui
ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor
de cabeça horrível, um mal estar daqueles como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de
S. Paulo, que alugaram um ap' no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo
apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da
manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso
baseado'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.
No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina
careta', mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de
baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia
carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a 'Floripa' mas percebi que alguma coisa
tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente
deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando
comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do
momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com
esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com
sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada
um cedia para diluir o pó.
No início a minha mesada cobria os meus custos com as
malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00
o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias.
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus
'novos amigos'. Às vezes a gente conseguia o
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite
inteira e depois... farra!
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais
perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida...
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou
trocar por drogas...Aos poucos o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que
pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para
conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para
tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas
logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi
decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais
muitas vezes sem camisinha.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os
homens pagavam mais para transar sem camisinha.
Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.
Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou
deixar de amá-los.
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a
joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim,
não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas
percebo que é tarde demais para mim.
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital
Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia
veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em
conseqüência da AIDS.
Caros alunos e amigos leiam esse relato verídico de uma que foi apresentada ao "novo e maravilhoso munso novo".
Eis aqui um testemunho autêntico.
Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane
minha amiga escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja
tarde demais:
Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente
família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube
aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e
manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a
atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os
garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema,
curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino
começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de
amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais
apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.
À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão
Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.
Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava
escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER,
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.
Que sensação legal curti a noite inteira
'doidona', beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os 'meganha', porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os
otários' não percebiam.
Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase
em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui
ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor
de cabeça horrível, um mal estar daqueles como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de
S. Paulo, que alugaram um ap' no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo
apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da
manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso
baseado'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.
No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina
careta', mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de
baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia
carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a 'Floripa' mas percebi que alguma coisa
tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente
deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando
comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do
momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com
esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com
sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada
um cedia para diluir o pó.
No início a minha mesada cobria os meus custos com as
malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00
o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias.
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus
'novos amigos'. Às vezes a gente conseguia o
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite
inteira e depois... farra!
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais
perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida...
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou
trocar por drogas...Aos poucos o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que
pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para
conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para
tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas
logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi
decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais
muitas vezes sem camisinha.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os
homens pagavam mais para transar sem camisinha.
Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.
Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou
deixar de amá-los.
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a
joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim,
não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas
percebo que é tarde demais para mim.
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital
Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia
veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em
conseqüência da AIDS.
sábado, 24 de abril de 2010
FELICITAÇÕES
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
O FINAL DE UM CICLO.
No longínquo ano de 1995 recebi o convite do Pe. Orlando para assumir a Coordenação do Ensino Fundamnetal II em substituição a grande educadora profa. Linduína Nogueira, na época fiquei apavorado mas graças a Deus as coisas encaminharam-se e pude continuar o trabalho que havia sendo feito. Tive ausente por alguns curtos períodos, nunca me deixaram longe mais de um ano, mas ultimamente tenho achado que um ciclo está se fechando e surgiu uma oportunidade muito boa no último mês e decidi, em comum acordo com a direção, deixar a coordenação do ensino médio do GVA, estou triste, não posso negar, mas acho que o homem tem que está sempre preparado para enfrentar novos desafios, e eu estou me lançando num novo. Tenho certeza que dará certo, pois quando se faz as coisas com amor e dedicação elas sempre dão certo.
Semana Santa
Durante o període da Quaresma o Colégio Valdemar Alcântara, nosso GVA realizou uma preparação uma intensa preparação de seus alunos e funcionários para viver esse momento tão importante da fé cristã. Tivemos como um dos pontos altos, uma campanhã realizada pelos alunos da escola afim de arrecadar donativos para famílias carentes. Pudemos perceber uma intensa participação dos alunos neste ato de fé e solidariedade, onde os mesmos visitaram as famílias carentes que iriam receber as cestas. Foi uma festa muito bonita onde os alunos trouxeram mensagens de apoio para as famílias e receberam muito carinho e agradecimentos das mesmas. Um ponto alto da festa foi quando "seu" Expedito agradeceu em nome das famílias recitando um poema de sua autoria, momento que emocionou a todos os presentes e nos fez perceber o quão importante é ajudar ao próximo sem esperar nada em troca, ser solidário com quem precisa não é um favor, é uma obrigação, um dever de todos que se dizem cristãos.
domingo, 21 de março de 2010
JOGOS INTERNOS GVA - 2010 - REGULAMENTO, IMAGENS E RESULTADO.
JOGOS INTERNOS - 2010
REGULAMENTO GERAL
Art.1º - Os JOGOS INTERNOS serão realizados no período de 18 a 21 de FEVEREIRO do corrente ano nas dependências do Colégio Valdemar Alcântara-GVA.
Art.2º- Os alunos participantes dos JOGOS INTERNOS serão agrupados nos seguintes níveis:
Nível I - 1º ao 4º ano do Ensino Fundamental I
Nível II- 5º ao 7º ano.
Nível III- 8º e 9ºano.
Nível IV- 1º ao 3º do Ensino médio.
Nível V – Pais e Mães
Art.3º - Os JOGOS INTERNOS serão disputados nas seguintes modalidades:
Nível I ( Bandeira, Carimba, Futsal )
Níveis II,III e IV ( Futsal, Volei, Handebol, Basquete, Carimba, Tênis de mesa e Xadrez )
Nível V ( Futsal e Volei )
Obs* Todas as modalidades serão disputadas nos naipes masculino e feminino.
INSCRIÇÕES
Art.4º - O número de atletas por modalidade será distribuído da seguinte maneira:
*Bandeira = 06 participantes * Carimba= 06 participantes
*Futsal= 08 participantes * Volei= 09 participantes
*Handebol= 10 participantes *Basquete= 08 participantes
*Tênis de mesa= 04 (02 homens e 02 mulheres)por sala.
*Xadrez=(02 homens e 02 mulheres)por sala.
Obs* Lembramos que esse é o número MÁXIMO de atletas permitidos, podendo as equipes se apresentarem com um número inferior a esse contanto que esse número não seja inferior ao mínino permitido por modalidade.
Art. 5º - Os atletas poderão participar em até 03 (três) modalidades coletivas e 01 (uma) modalidade individual.
Art. 6º - Será cobrada uma taxa de R$ 2,00 por modalidade que o aluno irá participar. Que deverá ser paga no ato da inscrição
Art. 7º - No nível V (Pais) as equipes poderão contar com até 10 participantes sendo possível inscrever até 02 ex-alunos desde que os mesmos tenham estudado seu último ano na escola até o ano 2000.
Art.8º - A sala poderá inscrever mais de um time numa mesma modalidade, contando que um jogador não poderá atuar pelas duas equipes ou mudar de equipe durante a competição.
AS INSCRIÇÕES DEVERÃO SER FEITAS ATÉ O DIA 08 DE ABRIL, ULTRAPASSANDO ESSE PRAZO A EQUIPE SERÁ CONSIDERADA COMO SEM INTERESSE EM PARTICIPAR DA COMPETIÇÃO.
PONTUAÇÃO
Art.9º - A pontuação para efeito de classificação dos JOGOS INTERNOS ficará assim definida:
Campeão de modalidade: 05 pontos
Vice-campeão de modalidade: 02 pontos
Melhor torcida: 05 pontos
PREMIAÇÃO
Art.10º - Será conferido medalhas aos atletas campeões e vice-campeões de cada modalidade em disputa.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.11º - As modalidades em disputas nos JOGOS INTERNOS serão regidas pelas regras das suas respectivas federações, podendo as mesmas sofrerem pequenas alterações para melhor adaptação a competição.
Art.12º - Critério de desempate para efeito da sala campeã geral dos JOGOS INTERNOS será o seguinte na respectiva ordem:
- Participação na competição da equipe do nível V ( Pais )
- Classificação na competição da equipe do nível V ( Pais )
- Menor número de cartões vermelho e amarelo sofrido pela sala
- Confronto direto ( deverá ser contabilizado em todas as modalidades em disputa )
- Saldo de gols e pontos.
- Sorteio
Art. 13º - A tolerância para o início de um jogo previamente marcado será de 15 minutos, ultrapassando esse prazo a equipe perderá o jogo por W x 0 ( 2 x 0 ).
Art.14º - Os casos omissos a esse regulamento caberá, exclusivamente à comissão organizadora dos jogos avaliar e tomar as medidas cabíveis.
Art.15º - AS FICHAS DE INSCRIÇÕES E O REGULAMENTO PODERÃO SER BAIXADOS DO SITE DO GVA :WWW.gva-edu.com.br ou no wwwblogdojanjao.blogspot.com
A coordenação
CLIQUE ABAIXO E CONFIRA O RESULTADO:
RESULTADO GERAL DOS JOGOS INTERNOS 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Resultado do Carnaval de Quixadá
O Carnaval 2010 de Quixadá teve nos blocos Bixo Papão, Camaleão e Pitchu Babau, um dos ingredientes que mais abrilhantaram os 04 dias de carnaval.
O bloco Bixo Papão contou a história da China com muita riqueza na produção das fantasias, coreografias que lembravam a riquíssima cultura daquele país, além da já tradicional animação de um dos blocos mais tradicionais do carnaval local.
O bloco Pitchu Babau resolveu se auto-homenagear pois completava 20 anos de conquistas, trouxe nas fantasias uma referância a estória da chapeuzinho vermelho e o do lobo mau, tradicional símbolo do bloco.
O bloco Camaleão trouxe para a avenida a riqueza da Amazônia mostrando toda a sua vasta biodiversidade e fauna e flora únicas. Com um estandarte lindíssimo, fantasias exuberante e muita animação deram ao bloco o título de carnaval quixadaense.
O regulamento do carnaval desse ano foi construído em conjunto com os presidentes de cada bloco, o que deu credibilidade ao mesmo não deixando margem para segundas interpretações, além de uma equipe de jurados escolhida de forma criteriosa e devidamente referendada pelos blocos.
Parabens pelo espírito esportivo e hordeiro dos blocos do carnaval Quixadá que deram um belíssimo espetáculo na praça José de Barros.
O bloco Bixo Papão contou a história da China com muita riqueza na produção das fantasias, coreografias que lembravam a riquíssima cultura daquele país, além da já tradicional animação de um dos blocos mais tradicionais do carnaval local.
O bloco Pitchu Babau resolveu se auto-homenagear pois completava 20 anos de conquistas, trouxe nas fantasias uma referância a estória da chapeuzinho vermelho e o do lobo mau, tradicional símbolo do bloco.
O bloco Camaleão trouxe para a avenida a riqueza da Amazônia mostrando toda a sua vasta biodiversidade e fauna e flora únicas. Com um estandarte lindíssimo, fantasias exuberante e muita animação deram ao bloco o título de carnaval quixadaense.
O regulamento do carnaval desse ano foi construído em conjunto com os presidentes de cada bloco, o que deu credibilidade ao mesmo não deixando margem para segundas interpretações, além de uma equipe de jurados escolhida de forma criteriosa e devidamente referendada pelos blocos.
Parabens pelo espírito esportivo e hordeiro dos blocos do carnaval Quixadá que deram um belíssimo espetáculo na praça José de Barros.
acesse o vídeo do bloco campeão:
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
CARNAVAL DA PAZ - GVA
O Colégio Valdemar Alcântara preocupado com a escalada da violência e do uso indiscriminado do álcool e outras drogas, desenvolve um trabalho social junto a seus alunos e comunidade em geral com o Projeto: Carnaval da Paz.
Nessa ação a escola tenta sensibilizar seus alunos e a comunidade em geral que é possível sim brincar carnaval de forma saudável, sem violência, sem uso de drogas ilícitas.
O Carnaval da Paz está no seu 3º ano e conta com uma adesão cada vez maior por parte dos alunos e dos pais, que esse ano participaram de forma expressiva.
Esperamos que o recado dado pela escola sensibiize os foliões que estão se preparando para 04 dias de folia.
Nessa ação a escola tenta sensibilizar seus alunos e a comunidade em geral que é possível sim brincar carnaval de forma saudável, sem violência, sem uso de drogas ilícitas.
O Carnaval da Paz está no seu 3º ano e conta com uma adesão cada vez maior por parte dos alunos e dos pais, que esse ano participaram de forma expressiva.
Esperamos que o recado dado pela escola sensibiize os foliões que estão se preparando para 04 dias de folia.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Carnaval da Saudade
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