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sábado, 19 de agosto de 2017
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
domingo, 19 de outubro de 2014
Órgãos em 3D e próteses mostram evolução de tratamentos com célula-tronco
Órgãos em 3D, próteses sob medida e casos de pacientes tetraplégicos que recuperaram a mobilidade foram alguns dos avanços debatidos durante o quarto Congresso Internacional sobre tratamentos inovadores com células-tronco, que termina nesta segunda-feira em Buenos Aires.
"Há apenas dois anos os modelos de órgãos 3D eram um projeto distante, e hoje quase chegamos a fabricar próteses sob medida", afirmou à Agência Efe Gustavo Moviglia, diretor do Centro de Pesquisa em Engenharia de Tecidos e Tratamentos Celulares, da Universidade Maimônides de Buenos Aires.
O pesquisador argentino apresentou os resultados de um teste clínico que dirigiu durante 12 anos no qual pacientes tetraplégicos e paraplégicos recuperaram a mobilidade dos membros.
"Há apenas dois anos os modelos de órgãos 3D eram um projeto distante, e hoje quase chegamos a fabricar próteses sob medida", afirmou à Agência Efe Gustavo Moviglia, diretor do Centro de Pesquisa em Engenharia de Tecidos e Tratamentos Celulares, da Universidade Maimônides de Buenos Aires.
O pesquisador argentino apresentou os resultados de um teste clínico que dirigiu durante 12 anos no qual pacientes tetraplégicos e paraplégicos recuperaram a mobilidade dos membros.
Ampliar
A empresa francesa Carmata apresentou em julho de 2013 um coração artificial com tecido bovino que será testado em breve por pacientes com problemas cardíacos. O material orgânico (formas elípticas marrons, na ilustração à direita) substitui o plástico nas superfícies irrigadas pelo sangue, diminuindo os problemas de coagulação após o transplante, segundo o fabricante. O órgão biônico é regulado por sensores, softwares e microeletrônicos e funciona com duas baterias externas de íons de lítio Carmat
"Chegamos a uma técnica muito clara e concreta, com células obtidas a partir da gordura dos próprios pacientes, que precisava ser testada em um caso clínico perfeito, ou seja, com os piores pacientes que poderia haver, aqueles crônicos com uma lesão congênita", explicou o pesquisador.
Os oito pacientes que fizeram parte do ensaio de Moviglia, três tetraplégicos e cinco paraplégicos com entre três e 12 anos pós-acidente, recuperaram total ou parcialmente a mobilidade dos membros e não foram registrados efeitos secundários adversos graves, expôs o médico.
"Um dos pacientes que pintava com a boca agora pode fazê-lo com a mão, por exemplo", contou médico argentino.
"Estas lesões afetam 300 mil pessoas só nos Estados Unidos e entre 30 mil e 60 mil na Argentina, e os resultados alcançados abrem um novo panorama tanto para os pacientes, como para os tratamentos com células-tronco", acrescentou.
Uma das maiores questões levantadas por Moviglia para a ampliação do uso de células-tronco é a regulação internacional, porque cada país tem autonomia para determinar o destino dessas células e o tipo de informação dado à sociedade a respeito.
"Já há várias sociedades internacionais que acreditam que o que fazemos segue critérios científicos, isso também vai permitir informar melhor a sociedade", afirmou o pesquisador argentino.
"Às vezes o que chega para as pessoas é que implantar uma célula-tronco é como dar uma aspirina e é exatamente o oposto disso; não é uma droga que tem uma ação química pontual, mas um organismo vivo que, quando colocado dentro do corpo começa a interagir e canalizamos essa ação para que solucione problemas de saúde".
O especialista argentino afirmou que, apesar dos avanços na área de tratamento celular serem rápidos e terem se potencializado nos últimos anos, isto só acontece hoje em consequência de estudos anteriores "lentos e trabalhosos", alguns sedimentados há meio século.
Moviglia ressaltou que o design de órgãos evolui mais nas especialidades de cardiologia, plástica e urologia. Ele acredita que ainda há muito para avançar nas áreas neurológica, cardiológica e traumatológica e confia que o próximo congresso traz evoluções significativas que superarão as atuais expectativas.
Fonte: www.uol.com.br
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
terça-feira, 21 de junho de 2011
Cientistas usam vacina humana para curar câncer de próstata em roedores
Cientistas da Mayo Clinic usaram uma vacina para humanos para desenvolver um tratamento para câncer de próstata em camundongos. A técnica dispensa o uso de quimio ou radioterapia e faz com que as células do próprio organismo dos roedores ataquem o tumor na glândula. O feito é descrito na publicação cientifica "Nature Medicine". CONTINUAR LENDO
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Células-tronco reprogramáveis
Não se pode dizer que a pesquisa científica seja algo despropositado, evidentemente. Mas acreditar que o bom senso dirija os rumos da ciência é um equívoco elementar, ainda que bastante disseminado.
A propósito de discussões recentes sobre células-tronco, quando interpretações anacrônicas por parte do Supremo Tribunal Federal, STF, e pressões da igreja católica, quase levaram à paralisação das pesquisas, essa situação foi mais uma vez evidenciada.
Padres que entendem de rezar missas, mas não são afeitos à ciência (do mesmo modo como advogados floreiam palavras, mas igualmente desconhecem a pesquisa científica) argumentaram mais de uma vez que deveríamos (a sociedade, representada pela comunidade científica) optar por células-tronco reprogramas, em lugar de células embrionárias. CONTINUAR LENDO
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
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