domingo, 12 de junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Sintomas clássicos da paixão têm explicação hormonal



A explicação da paixão vai muito além da bioquímica. Envolve gostos, cheiros, memórias e sensações particulares. Mas os sinais típicos desse sentimento, como palpitação, frio na barriga, suor, brilho nos olhos, leveza e perda de fome e sono, também têm uma base hormonal.
Glândulas e neurotransmissores são responsáveis pelas mudanças do corpo e da mente nessa fase. Para aprofundar como age a paixão – que vem do gregopathos e significa sofrimento, como em Paixão de Cristo –, o Bem Estar desta sexta-feira (10) convidou o endocrinologista Alfredo Halpern e o psicólogo Ailton Amélio da Silva, que coordenou uma pesquisa sobre o "mapa do amor" em quatro cidades brasileiras.
Paixão (Foto: Arte/G1)
Segundo Halpern, a paixão é uma união química, que só ocorre quando se trata de uma via de mão dupla, ou seja, há reciprocidade. Ela faz bem para a alma, o coração e a saúde em geral – mas, quando acontece o afastamento, pode vir a depressão, porque existe uma dependência provocada pela dopamina. Esses sintomas duram de 1 ano e meio a 3 anos, que é o tempo em geral, sob o ponto de vista biológico, de os indivíduos casarem e terem filhos.
A maioria das pessoas conhece o grande amor da vida no trabalho, na escola ou na academia – locais que os dois já frequentavam. E a chance de um relacionamento dar certo depende também se o casal tinha uma amizade anterior, com identificações e afinidades percebidas previamente ao envolvimento amoroso.
Há também quem se conheça inesperadamente, no trânsito, no supermercado ou pela internet. Mas o campeão de encontros e parcerias é mesmo o ambiente profissional. E alguns dizem que o rendimento é maior nesse caso, porque o outro serve de inspiração no dia a dia.
Na opinião do dr. Ailton, para que a paixão nasça, é necessário que haja admiração, idealização e esperança de ser correspondido. Um dia, porém, ela acaba, e o sentimento pelo companheiro se solidifica e vira amor. Ou, então, ela começa por outra pessoa.
Segundo o psicólogo, para se relacionar, é importante oferecer sempre mais coisas boas que ruins. Pode ser uma comida, uma conversa, a celebração de uma data ou sexo. A unidade entre os dois é fundamental, mas a individualidade não pode deixar de existir.
A internet pode ser uma forma eficiente de aproximação, principalmente para os mais tímidos, mas é preciso saber escrever a palavra certa para o alvo certo. Muitas vezes, a paixão do mundo virtual cai após um clique, já que a realidade é bem diferente e, ao vivo, as máscaras caem e cada um se mostra como realmente é.
Para ajudar pacientes com o coração partido, o dr. Ailton "baixa a bola" do parceiro, fazendo com que a pessoa veja quem ele é de verdade, não idealizado ou demonizado.

Fonte: www.globo.com/bemestar

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cientistas testam contraceptivo masculino



Pesquisadores da Universidade Columbia (EUA) estão testando um método contraceptivo em ratos que impede a produção de esperma sem causar efeitos colaterais e sem prejudicar a fertilidade.
“Nós ainda não vimos efeitos colaterais e os nossos ratos têm acasalado alegremente”, afirma a autora, Dr. Debra J. Wolgemuth. “Um benefício adicional do nosso composto é que ele pode ser tomado oralmente como uma pílula, evitando o processo da injeção. Também parece que ele tem um efeito muito rápido na produção do esperma e uma recuperação mais rápida ainda quando a fertilidade é desejada”, completa.
Para que a pílula possa ser utilizada por humanos, os pesquisadores precisam mostrar que o medicamento é seguro para humanos e pode ser usado por longos períodos de tempo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Após 30 anos, vacina contra a aids ainda desafia cientistas



 

Em 1981, médicos norte-americanos relataram o primeiro caso de uma doença misteriosa. Trinta anos depois da descoberta da aids, a busca pela vacina segue desafiadora. Diariamente, mil crianças são infectadas pelo HIV.

 
Há 30 anos, uma doença misteriosa começava a espalhar medo entre os homens homossexuais. O primeiro relato da enfermidade que ataca o sistema imunológico humano foi registrado em 5 de junho de 1981 num artigo escrito por Michael Gottlieb, do Centro Médico da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA).
Era o início da contaminação do vírus HIV, causador da aids. Pouco depois da primeira publicação, os médicos também comprovaram que a doença afeta os heterossexuais. De lá para cá, aproximadamente 30 milhões de pessoas morreram vítimas da aids, e mais de 60 milhões se infectaram, segundo dados das Nações Unidas. Ao longo destas três décadas, os especialistas ainda não descobriram, no entanto, a tão desejada vacina contra o vírus.
O primeiro registro
O artigo de Michael Gottlieb descrevia, em duas páginas, o caso de cinco homens homossexuais que sofriam de uma infecção no pulmão extremamente rara. Eles receberam tratamento em três diferentes hospitais de Los Angeles, e dois deles já haviam morrido quando o médico publicou o estudo.
O primeiro relatório científico fazia referência a uma forma incurável de imunodeficiência – à época, ninguém sabia que a doença era causada por um vírus. No Brasil, o primeiro caso se deu ainda em 1980, mas foi classificado só dois anos mais tarde. Foi também em 1982 que os médicos identificaram como possíveis fatores de transmissão o contato sexual, uso de drogas ou exposição a sangue e derivados.
A luta contra a Aids
As Nações Unidas estimam que, a cada dia, 7 mil novas infecções aconteçam, dentre as quais, em mil crianças. Ainda assim, os números de novos casos caíram 25% em 33 países entre 2001 e 2009, afirma a Unaids, órgão da ONU dedicado a combater a doença.
O desenvolvimento de uma vacina contra o vírus HIV ainda é um grande desafio para cientistas. No entanto, as quatro grandes tentativas de criar a substância nos últimos 12 anos ajudaram os especialistas a avançar no conhecimento sobre o sistema imunológico, garante Anthony Fauci, do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH).
Em 2010, depois de 20 anos de pesquisa, cientistas concluíram que um gel vaginal ajuda a prevenir a contaminação do HIV. Um estudo com 900 mulheres na África do Sul mostrou que a chamada "camisinha química" – usada na vagina antes da relação sexual – reduziu em 40% o risco de infecção.
Por outro lado, novos dados mostram que o tratamento na fase inicial da contaminação do HIV pode reduzir em 96% a transmissão para o parceiro sexual. "Por muito tempo, sempre houve essa dicotomia ou tensão artificial entre tratamento versus prevenção. Agora, está muito claro que tratamento é prevenção e tratamento é uma parte importante de uma estratégia multifacetada combinada", argumenta Anthony Fauci.
Os custos
Em 2010, cerca de 16 bilhões de dólares foram gastos no combate à aids em países pobres e em desenvolvimento, segundo números da ONU. A Unaids diz que pelo menos 22 bilhões de dólares serão necessários para lutar contra a doença até 2015, o que ajudaria a evitar 12 milhões de novas infecções e 7,4 milhões de mortes na próxima década.
Atualmente, 6,6 milhões de pessoas fazem tratamento com antirretrovirais nesses países. No entanto, nas nações mais pobres, a maioria dos pacientes ainda não tem acesso a esse tipo de terapia, segundo a Unaids. Em todo o mundo, 33,3 milhões de infectados convivem com a aids – em 1999 eram 26,6 milhões. No Brasil, desde o início da epidemia foram notificados cerca de 545 mil casos.

Queimaduras – aprenda como evitar


"As queimaduras são lesões desencadeadas por agentes físicos, nas superfícies corporais. Dependendo da causa, podem ser classificadas em térmicas, elétricas e químicas. As que ocorrem mais frequentemente são as térmicas, sendo causadas pela exposição ao calor."


Sabe-se que, na grande maioria das vezes, a falta de cuidados é o que determina a ocorrência da queimadura. Isso é exemplificado pelo manuseio descuidado de produtos como líquidos quentes, objetos aquecidos e a presença de crianças em ambientes perigosos como a cozinha. Outras situações são: a utilização de álcool para apressar a queima do carvão, para fazer churrasco; e o manuseio inadequado de fogos de artifício.
Nesse artigo vamos abordar especificamente as queimaduras térmicas. CONTINUAR LENDO

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Inimigo Insuspeito Um novo padrão de resistência a antibióticos poderá nos expor a uma enorme variedade de infecções bacterianas

EM MEADOS DE 2008, Timothy Walsh, da Cardiff University, no País de Gales, recebeu e-mail de um amigo. Era Christian Giske, médico da faculdade de medicina do Instituto Karolinska, da Suécia. Ele tratava de um homem de 59 anos, hospitalizado em janeiro daquele ano em Örebro, cidadezinha a cerca de 160 km de Estocolmo. Diabético havia anos, o paciente sofrera vários derrames cerebrais e recentemente desenvolvera profundas úlceras cutâneas (também chamadas de úlceras de decúbito ou pressão). Mas nada disso era o assunto de Giske. O médico estava preocupado com uma bactéria que um rotineiro exame de cultura havia revelado na urina do homem. Walsh, que dirige um laboratório de genética da resistência bacteriana, estaria disposto a dar uma olhada no microrganismo? 

Células-tronco reprogramáveis


                                                                                                             
            Não se pode dizer que a pesquisa científica seja algo despropositado, evidentemente. Mas acreditar que o bom senso dirija os rumos da ciência é um equívoco elementar, ainda que bastante disseminado.
            A propósito de discussões recentes sobre células-tronco, quando interpretações anacrônicas por parte do Supremo Tribunal Federal, STF, e pressões da igreja católica, quase levaram à paralisação das pesquisas, essa situação foi mais uma vez evidenciada.
            Padres que entendem de rezar missas, mas não são afeitos à ciência (do mesmo modo como advogados floreiam palavras, mas igualmente desconhecem a pesquisa científica) argumentaram mais de uma vez que deveríamos (a sociedade, representada pela comunidade científica) optar por células-tronco reprogramas, em lugar de células embrionárias. CONTINUAR LENDO

REPLICAÇÃO DO HIV - Vídeo


DA CRISE À EDUCAÇÃO AMBIENTAL



A sociedade atual passa por uma profunda crise civilizatória de caráter ambiental, provocada pela relação desastrosa entre a sociedade e o ambiente. Com seu desenvolvimento petardo, a sociedade tem provocado cenários de escassez dos recursos naturais e de impactos ambientais profundos, comprometendo a sadia qualidade de vida da atual e das futuras gerações.                                                 Continuar Lendo[+]

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Rastreador de células tumorais



Vírus de herpes geneticamente modificado atua apenas em células tumorais


iStockphoto/Henrik5000
Um vírus recém-criado pode rastrear células tumorais de qualquer tamanho e até as muito bem escondidas para serem diagnosticadas em exames. Usando ratos, pesquisadores injetaram o vírus modificado, como um biomarcador, para rastrear células cancerígenas.

O vírus também pode ajudar a diminuir todos os tumores existentes. As versões alteradas do vírus da varíola e de herpes já estão em testes clínicos para ajudar a vencer a batalha contra o câncer.

Esse novo marcador é capaz de detectar tumores de vários tipos de câncer e, em ratos, marcou quantidades microscopias dessas células escondidas nos rins dos animais. Isso sugere que em humanos esses bioindicadores, ou biomarcadores, podem trabalhar para erradicar tumores com apenas um milímetro de diâmetro.  
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Celular pode causar câncer


A Organização Mundial da Saúde (OMS), através de sua Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, advertiu a população de que o uso de celulares pode aumentar o risco de surgimento de tumores no cérebro. O aviso foi feito após 31 especialistas revisarem estudos médicos sobre o assunto, e concluírem que o uso dos aparelhos é “possivelmente cancerígeno”.
Segundo os cientistas, a analise dos estudos considerados por eles relevantes sobre o uso de telefones celulares e a exposição à radiação dos mesmos, mostrou a possibilidade do desenvolvimento de tumores no cérebro, mas ressaltam que não podem afirmar categoricamente que os celulares causem câncer em humanos. Para isso, são necessárias mais pesquisas sobre o tema. Continuar Lendo

Parto normal - vídeo